
A Caixa Econômica Federal promove, entre os dias 13 de maio e 12 de junho, em treze cidades, a sétima edição do Feirão da Casa Própria. Considerado o maior evento do setor, o Feirão promete impulsionar o segmento habitacional, oferecendo mais de 450 mil imóveis, nas modalidades: novo, usado e na planta.
Em Curitiba, o Feirão acontece nos dias 13, 14 e 15 de maio, no espaço Marumby Expocenter, e traz milhares de imóveis novos, usados e na planta, com financiamento garantido.
Segundo o presidente da Caixa, Jorge Hereda, “no Feirão a compra do imóvel é facilitada pelo fato de o evento reunir, num único espaço, todos os agentes da cadeia da habitação, como construtoras, corretores, cartórios e técnicos da Caixa, responsáveis por analisar e liberar os financiamentos, o que poupa tempo e dinheiro para o comprador”. Este ano, o evento contará com cerca de 700 construtoras, e mais de 500 imobiliárias.
São Paulo, Uberlândia, Curitiba, Fortaleza e Salvador recebem o Feirão de 13 a 15 de maio. Entre os dias 20 e 22 do mesmo mês chega a vez de seis cidades simultaneamente: Belo Horizonte, Campinas, Brasília, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Em Belém, o evento acontecerá entre os dias 3 e 5 de junho e Florianópolis encerra o feirão de 10 a 12 de junho. Durante os eventos do ano passado, mais de 576 mil pessoas visitaram os Feirões, onde foram assinados e encaminhados 93 mil negócios, o equivalente a mais de R$ 8,4 bilhões.
No primeiro trimestre de 2011, a Caixa assinou 226.381 contratos habitacionais, totalizando R$ 14,7 bilhões em financiamentos. Registrou uma média de R$ 236,6 milhões e 3.651 contratos de financiamento ao dia, sendo que 50% das famílias beneficiadas têm renda de até 10 salários mínimos. Para imóveis novos, foram destinados 56% de todo o montante contratado no período, o que corresponde a R$ 8,1 bilhões. Na nova versão do Programa Minha Casa Minha Vida já foram realizados aproximadamente R$ 4,6 bilhões em financiamentos, propiciando a construção de 64.422 novas unidades habitacionais, a maioria das moradias na faixa de renda de até 6 salários mínimos.
Condições
As linhas de financiamento para a casa própria da Caixa atendem a todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 30 anos. Os juros podem variar de de 4,5% até 13,5% ao ano, mais TR, para todas as modalidades de financiamento. Os interessados na compra de uma moradia vão encontrar oportunidades de negócios com financiamento de até 100% do valor do imóvel.
Documentação
Para quem quer sair do Feirão com imóvel próprio, basta levar documentos como RG, CPF e comprovantes de renda (três últimos contracheques ou seis últimos extratos bancários, para o caso de renda informal).
Além dos Feirões, os interessados podem obter informações em todas as agências da CAIXA, pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco (0800-726-0101 begin_of_the_skype_highlighting 0800-726-0101 end_of_the_skype_highlighting), disponível 24 horas por dia, nos 7 dias da semana. Para quem tem acesso à internet, nem precisa sair de casa: basta acessar o sítio www.feirao.caixa.gov.br.
Outra opção na internet é o simulador habitacional, que pode ser acessado no portal da instituição (www.caixa.gov.br). Na ferramenta, é possível calcular e visualizar vários cenários e valores, e ainda escolher a opção que mais se encaixa no rendimento familiar. No mês de março, o banco registrou 11,2 milhões de simulações de financiamentos habitacionais. Desde a sua criação, em 2008, o sítio já realizou mais de 411 milhões de simulações.
Lojas de eletrodomésticos e eletrônicos compraram da indústria volumes de produtos para revender neste Dia das Mães até 15% maiores na comparação com a mesma data de 2010, aponta um levantamento da Associação Nacional de Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros). "Vai ser um ótimo Dia das Mães", afirma o presidente da Eletros, Lourival Kiçula. Ele pondera que, se o governo não tivesse baixado medidas para contenção do crédito, o desempenho poderia ser ainda melhor.
De acordo com o levantamento feito com fabricantes, a indústria vendeu 15% a mais de eletroportáteis e de equipamentos de áudio e vídeo para a data neste ano, em relação ao registrado em 2010, e apresentou um acréscimo entre 8% e 10% nas encomendas de geladeiras, fogões e máquinas de lavar. Kiçula lembra que se trata de um crescimento em relação a um patamar de vendas alto. No caso de eletroportáteis, no ano passado as vendas do Dia das Mães, o "segundo Natal" para o comércio, haviam crescido 25%.
Apesar das medidas para segurar o consumo, o vigor do varejo, indicado pelas compras da indústria, também aparece nos dados de vendas a prazo apurados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Depois de arrefecer na primeira quinzena do mês, o número de consultas para vendas a prazo encerrou abril com crescimento anual de 7,4%, o mesmo ritmo registrado no primeiro trimestre do ano em relação a igual período de 2010.
Ritmo de vendas
Emílio Alfieri, economista da ACSP, explica que o ritmo de vendas foi retomado na segunda quinzena do mês passado por causa das vendas da Páscoa e do Dia das Mães, que foram antecipadas neste ano, com promoções agressivas, especialmente em lojas de bens duráveis. "Não sentimos a desaceleração mensal que normalmente costuma acontecer quando o Banco Central eleva juros", observa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O debate no tribunal começou em 2007, logo depois de o governo Luiz Inácio Lula da Silva concluir a segunda fase do programa de concessão de rodovias federais à iniciativa privada. Diante da disputa acirrada, os preços dos pedágios foram reduzidos nessa época e a chamada taxa interna de retorno caiu de 17% em média para 8,95% no máximo.
Técnicos do TCU propuseram, então, a revisão dos primeiros contratos de concessão rodoviária, e a proposta foi encampada pelo ministro Walton Alencar Rodrigues. Depois de algum tempo parado, o debate teria um desfecho na sessão de quarta-feira passada do tribunal. A votação não foi concluída porque o ministro Raimundo Carreiro alegou que a revisão da taxa de retorno representaria "quebra" de contrato e consequente insegurança jurídica na área. O voto diferente dividiu o plenário.
"As taxas de retorno são realmente muito altas, a melhor alternativa seria rever a situação que prejudica os consumidores", defendeu o ministro José Jorge, favorável a uma tentativa de negociação com as concessionárias. "Temos um impasse no tribunal, porque muitos entendem que não pode haver quebra unilateral de contrato", contou. O ministro José Múcio defendeu, então, nova rodada de conversas com as concessionárias.
A reportagem tentou falar com o relator do processo no TCU e o autor do voto revisor. Mas tanto Rodrigues quanto Carreiro informaram que só vão se manifestar depois de uma decisão final do tribunal. Essa decisão não tem data marcada.
A terceira prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) - ou inflação - para o mês de abril foi de 1,27%, em Curitiba, o que representou a primeira desaceleração nos preços após seis semanas de constante alta, segundo levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) divulgado na última terça-feira (3).
O grupo formado por Transporte e Comunicação, com aumentos em combustíveis e tarifa de ônibus urbano, apresentou variação de 1,75%, que, mesmo não sendo a maior oscilação, foi o que mais contribuiu para o índice geral.
Dentre os itens pesquisados, os que mais influenciaram, na ordem da maior para a menor contribuição, foram álcool combustível (13,10%), excursão turística (-20,13%), gasolina (5,35%), plano de saúde (6,22%), tarifa de ônibus urbano (4,36%), batata-inglesa (30,91%), leite pasteurizado (4,62%), aluguel de moradia (0,82%), sapato feminino (11,78%), tênis infantil (14,94%) e tênis para adulto (7,69%).
O setor privado dos Estados Unidos criou 179 mil vagas de trabalho em abril, em base sazonalmente ajustada, segundo a mais recente pesquisa ADP National Employment Report, da Automatic Data Processing, em parceria com a consultoria Macroeconomic Advisers. O resultado, divulgado hoje, ficou abaixo da previsão dos economistas, que esperavam alta de 200 mil vagas no setor privado em abril.
O número de março foi revisado e passou a apontar a criação de 207 mil vagas, acima das 201 mil vagas informadas anteriormente. Os dados de hoje antecedem a divulgação dos números oficiais do governo norte-americano sobre o setor de emprego, que incluem as vagas geradas no setor privado e também as do setor público. O relatório oficial será divulgado na próxima sexta-feira. As informações são da Dow Jones.
As equipes de negociação da Comissão Europeia, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Central Europeu (BCE) chegaram a um acordo com o governo de Portugal sobre um pacote de ajuda e um programa econômico que, posteriormente, precisará ser aprovado nos ministérios, informou hoje a porta-voz da Comissão Europeia, Amelia Torres. No entanto, Amelia não confirmou o valor de 78 bilhões de euros para o pacote.
O número foi divulgado ontem pelo primeiro-ministro interino de Portugal, José Sócrates, no anúncio do fechamento do acordo. "O trio chegou a um acordo (...) sobre um programa econômico abrangente", afirmou Amelia. Segundo ela, as discussões continuam com os partidos de oposição de Portugal e nenhum detalhe do acordo preliminar será divulgado no atual estágio. Após o acordo ter sido fechado com todos os partidos, haverá uma entrevista para a imprensa em Lisboa para anunciar os detalhes da ajuda ao país. As informações são da Dow Jones.