Almanaque

 
 
 
 
 
 
 
 
Hugo Pena encerra dupla de sucesso com Gabriel via torpedo

 

Após uma sequência de faltas de Hugo Pena aos shows neste ano, a dupla sertaneja maringaense Hugo Pena e Gabriel chegou ao fim. Hugo Pena comunicou o encerramento da dupla ao empresário Marcos Carlesse por SMS.

Para o empresário da dupla, Marcos Carlesse,  foi uma surpresa receber o comunicado de Hugo Pena por mensagem de texto. “O diálogo é sempre o melhor caminho”.  

De acordo com Carlesse, Hugo faltou a 4 shows no mês de abril em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e isso vinha prejudicando a dupla. “Não foi a primeira vez”, falou o empresário.

No início de fevereiro o cantor Hugo Pena também não apareceu a dois shows no estado do Tocantins, nas cidades de Gurupi e Palmas.

Uma forte informação de bastidor, que não foi confirmada pelo empresário dos sertanejos, é de que a dupla se desfez porque Hugo Pena teria atendido a um pedido de sua esposa Manoella Diniz, filha de Lucília Diniz (Herdeira do grupo Pão de Açucar).

A equipe afirma respeitar a decisão do Hugo Pena de não continuar com a carreira, e torce pela felicidade dele. “Todos nós temos o direito de ser feliz e ninguém precisa fazer algo que não o deixa feliz”, afirma Carlesse.

Hugo Pena e Gabriel são sócios da HPG Produções.

 

Marcello Quintanilha lança álbum de HQ 'Almas Públicas'

Soulution Orchestra homenageia mães com sucessos dos Beatles

O niteroiense Marcello Quintanilha, autor de HQs nacionais mais premiado de 2009 (ganhou o Prêmio HQ Mix pelo álbum "Sábado dos Meus Amores"), está de novo nas bancas e livrarias. Seu mais recente trabalho, "Almas Públicas" (Conrad, 72 págs, R$ 39,90) mostra, por meio de flashes do cotidiano de gente comum das periferias das grandes cidades, uma visão ao mesmo tempo realista e poética do Brasil.

A travessia de uma balsa, o campinho da várzea, o craque de estimação de uma comunidade, o estigma que o homossexual carrega no mundo do "macho" de boteco, a senhora que vive uma vida alheia a bordo de sua máquina de costura Singer: nada escapa ao radar minucioso de Quintanilha, já um dos clássicos brasileiros das artes dos quadrinhos.

Quintanilha, de 40 anos, estreou nos quadrinhos em 1988, com histórias de terror e artes marciais publicadas na antiga Bloch Editora. No Brasil, publicou nas revistas General, Nervos de Aço, Metal Pesado e Zé Pereira. Há uma década, vive em Barcelona, onde publica pela editora belga Editions du Lombard, e é ilustrador freelance dos jornais El País e Vanguardia.

Há uma nostalgia calculada nos quadrinhos do artista, o que o impele, vez sim vez sim, para o Rio de Janeiro de meados do século 20. "Eu cresci em um ambiente que era, sob muitos aspectos, formado com o que sobrou dessa época. Os anos 70 e começo dos 80 em Niterói, significaram testemunhar continuamente a deterioração de um passado que teve seu esplendor nos anos 50", conta o artista. "Fábricas sendo desativadas, campos de futebol que já não abrigavam os jogos do campeonato local, antigos comerciantes fechando para sempre estabelecimentos que te transportavam para aquele tempo no mesmo instante em que você cruzasse suas portas. Eu me sentia parte daquele passado. Por outro lado, minha fascinação pelo cinema dos anos 40, 50 e 60 também me marcou de forma definitiva."

Na Europa, Marcello participou recentemente do filme de animação "Chico & Rita", de Fernando Trueba e Javier Mariscal, na parte de criação de personagens e acaba de finalizar o sétimo álbum da série "Sept Balles pour Oxford", ainda sem data para o lançamento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

Neste sábado, 7 de maio, véspera do Dia das Mães, a Soulution Orchestra estreia o show "The Beatles - Great Hits". No repertório da temporada de 2011 estão os grandes clássicos do quarteto de Liverpool, uma das maiores bandas de todos os tempos, interpretados na versão "big band".

Segundo o vocalista Zé Rodrigo, o novo show vai emocionar a todos. "A ideia não é imitar os Beatles, mas manter as características da banda inglesa, para que as pessoas cantem e dancem conosco nessa data tão importante", explica o líder da "big band", uma das mais respeitadas do País.

O show terá ainda a participação de Alfreli Arruda Amaral, guitarrista e um dos fundadores da tradicional banda Metralhas Beatles Again - a primeira no Paraná a interpretar as canções do grupo, ainda nos anos 60. "Queremos fazer uma singela homenagem àqueles que começaram a coisa toda. Vai ser um prazer e uma honra pra nós", diz Claudio Carvilhe, baixista da big band.

A Soulution Orchestra, nasceu em 1999 e já realizou mais de 1.300 shows em cerca de 150 cidades brasileiras. Com o objetivo de tocar os principais clássicos da música americana de todos os tempos, a banda tem no repertório sucessos de Louis Armstrong, Stevie Wonder, Ray Charles, Glenn Miller, Elvis Presley, Frank Sinatra, The Commitments, entre outros grandes nomes do rock, soul e jazz.


Serviço:
The Beatles by Soulution Orchestra.
Sábado, 7 de maio, às 21h.
Teatro Positivo (grande auditório).
Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 - Campo Comprido - Curitiba.
Ingressos: R$ 50,00.
Informações: (41) 3315-0808 begin_of_the_skype_highlighting            (41) 3315-0808      end_of_the_skype_highlighting.
www.diskingressos.com.br.

 

 

 

ROCK IN RIO É O ASSUNTO

 

Para chegar à Cidade do Rock, só de ônibus, avisa a organização

 

Agência Estado

 

Não será possível chegar à Cidade do Rock de carro, avisou a organização do Rock in Rio nesta terça-feira (03). Os 600 mil expectadores que deverão passar por lá nos seis dias de festival terão de se deslocar em ônibus regulares, linhas especiais ou veículos fretados, que não poderão parar na porta do evento. No Terminal da Alvorada, na Barra da Tijuca, cerca de 300 ônibus serão disponibilizados para fazer o trajeto até a Cidade do Rock, em Jacarepaguá.

São esperados cerca de 300 mil turistas, dos quais 100 mil estrangeiros, que devem ocupar 90% da rede hoteleira. A Riotur estima que a cidade vá receber uma injeção de US$ 376 milhões.

A venda de ingressos começa no primeiro minuto do próximo sábado (07), pela internet. Os ingressos custam até 31 de maio R$ 190,00 e a partir de 1º de junho, R$ 220,00. Podem ser parcelados no cartão de crédito em até quatro vezes; por clientes Itaú em até seis vezes.

No Rio de Janeiro haverá três quiosques de vendas nos shoppings Rio Sul, BarraShopping e Nova América. Em Niterói, a venda começa no dia 9 nas lojas Leader.

A organização deve anunciar em breve os três últimos nomes da programação do Palco Mundo, que vão encerrar o festival no dia 2 de outubro. As duas atrações já confirmadas para este dia são Guns n'Roses e Pitty.

 

Domingos Montagner resolveu descobrir como é fazer TV

 

Depois de ser eleito o melhor ator no 21º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, em 2008, pelo desempenho no espetáculo "A Noite dos Palhaços Mudos", Domingos Montagner, 49 anos, despertou a atenção da Globo. O universo televisivo, no entanto, nunca foi a ambição do artista. Por ser fundador do Circo Zanni e do grupo teatral La Mínima - há 14 anos no mercado - ele sempre teve a agenda cheia. Mesmo assim, resolveu descobrir como era fazer TV. Ainda em 2008, fez um teste de imagem para a Globo e em seguida estreou no seriado "Mothern" (GNT) e fez ponta no seriado "Força Tarefa".

E hoje, ele só dá provas de que tem potencial de virar queridinho na emissora dos Marinho. Versatilidade ele já provou que tem. Recentemente, apareceu como galã no seriado "Divã". Agora, está na novela "Cordel Encantado", como o cangaceiro mais temido do sertão: Herculano, pai de Jesuíno (Cauã Reymond). Ele ainda está se adaptando à rotina que a TV exige. Como mora em São Paulo, o ator se dispôs a morar num apart-hotel no Rio. À reportagem, ele fala sobre a estreia na TV, o encontro com amigos de longa data na telinha - entre eles João Miguel - e sua postura diante da fama.

- Você se formou no circo. Como foi parar na TV?

- A primeira oportunidade foi no seriado "Mothern", do GNT. Depois, através do La Mínima (grupo de teatro), fui contactado pela Globo para um registro de imagem. Depois vieram o "Força Tarefa", "A Cura", "O Divã" e "Cordel".

- Não tinha ambição em TV?

- Nunca tive preconceito com o meio, mas nunca tive tempo para me dedicar a outro veículo. No teatro e no circo eu faço todo o processo: criação, atuação e produção. E outra: o circo e o teatro popular, muitas vezes, são estéticas difíceis de serem percebidas pela televisão. Eu venho de uma geração em que a Globo era mais distante dos artistas de São Paulo. Você tinha que ir para o Rio de Janeiro, ter contato com o meio, fazer testes. Hoje em dia, a Globo quer renovar o elenco.

- Como surgiu o circo Zanni, em 2003? Sua família é circense?

- Foi um mero acaso. Minha família não tem nada a ver com o circo. Meu pai foi comerciante, dono de bar. Minha mãe era dona de casa, éramos uma família simples, de classe média baixa. Mas no final dos anos 80, quando conheci o diretor circense do Cacá (Rosset), resolvi que era ali que eu iria amarrar a minha égua. Uma vez, fiz um espetáculo num terreno alugado no litoral, numa lona chinfrim e reuni com o meu grupo 300 pessoas. Aquilo foi uma injeção de ânimo. Depois disso, o meu grupo entrou num edital de circo e fizemos uma dívida absurda.

- E hoje o circo dá dinheiro?

- Não se capitaliza dinheiro, a gente se paga a cada temporada e só. Mas somos o primeiro circo de São Paulo que não vem de uma família de circo.

- E você, que tem como base o humor, em seu trabalho, como é fazer um homem tão sério como o Herculano?

- Eu volto para minhas origens. Toda a minha trajetória me traz para esse personagem. O trabalho da rua, o teatro popular, de certa forma, ajudaram-me a lembrar dessa coisa de ter contato com o povo.

- Já acostumou com a rotina que a TV impõe para você?

- Sinto saudades de casa, da minha família, que mora em São Paulo. Aqui, no Rio, estou num apart-hotel. Daí, no final de semana, vou para São Paulo olhar a direção artística do circo e resolver as coisas do teatro. Vou administrando...

- Sua família (mulher e três filhos - um de 3 meses, um de 4 anos e outro de 8 anos) vê a novela?

- Minha mulher assiste na internet. Olha, no geral, todo mundo está adorando. Os meus amigos do teatro e circo estão surpresos. Já recebi milhões de ligações.

- Sua família é de artistas também?

- Minha mulher é produtora do La Mínima. E os meus filhos amam circo, nasceram no picadeiro. Se eu não fui de família circense, eles já são, né? O mais velho, aliás, até já participa. Ele entra no picadeiro, faz maquiagem e vinhetinhas.

- Você já tinha amizade com alguém do meio televisivo?

- Não. Eu me considero um felizardo por estar nessa novela. Tenho amigos como o João Miguel, que é meu parceiro há 15 anos e agora é cangaceiro na novela. O Genésio (de Barros) também encontrei nesse elenco e é meu colega de teatro. Mas é bom ter contato com gente nova, como a Débora Bloch e o Luiz Fernando.

- Na rua as abordagens são diferentes das que recebia quando estava no teatro?

- Não senti muita diferença. Eu assumo uma postura mais calma em relação a isso, sabe? Afinal, experiência tem de trazer algum benefício, né (risos)? Eu encaro a TV como um trabalho num outro suporte, sem deslumbramento. Com essa postura, as pessoas também se relacionam comigo de maneira mais calma.

- A TV o assusta?

- Nada me assusta. Estou tendo um novo aprendizado que é o de lidar com a ideia de ser uma figura pública. Espero que eu não tenha que lidar com paparazzi. Mas sei que posso estar almoçando e alguém, talvez, venha falar comigo. Mas não busco projeção através do sentido de ser celebridade. A televisão é mais uma etapa como ator.

- As pessoas das décadas de 20 e 30 enxergavam o cangaceiro como herói. Quem você vê como o herói, hoje, no Brasil?

- Sem fazer demagogia? Sério, para mim herói é quem sobrevive sob condições adversas sem precisar ser bandido. O povo que vive com alegria em meio a um conjunto de dificuldades tem esse componente heroico.

- E o fato de você ter vindo do circo o ajudou a passar por situações adversas e dificuldades?

- Na verdade, eu venho de família simples, mas meu pai sempre nos deu o que precisávamos. Estudei em escola pública, mas nunca faltou nada. Comprei meu carro aos 25 anos com o meu dinheiro. Mas eu nunca passei fome.

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